terça-feira, 30 de abril de 2013


Bendita vergonha

Consoladora homilia na missa diária do papa Francisco

Por Redacao
CIDADE DO VATICANO, 29 de Abril de 2013 (Zenit.org) - “Vergonha” foi a palavra-chave da homilia do papa Francisco na missa celebrada hoje na Domus Santa Marta. 

Palavra, a princípio, de conotação negativa, mas que, segundo o Papa, na visão cristã, se torna uma virtude.

O confessionário não é nem uma «lavandaria» que lava os pecados, nem um «momento de tortura» onde se infligem pauladas. A confissão é um encontro com Jesus e sentimos de perto sua ternura. Mas é preciso aproximar-se do sacramento sem truques ou meias-verdades, com mansidão e alegria, confiantes e armados com essa "bendita vergonha", "a virtude da humildade" que nos faz reconhecer como pecadores.

Entre os concelebrantes, o cardeal Domenico Calcagno, presidente da Administração do Património da Sé Apostólica (Apsa), com o secretário D. Luigi Mistò, o arcebispo Francesco Gioia, presidente da Peregrinatio ad Petri Sedem, o arcebispo nigeriano de Owerri, D. Anthony Obinna, e o procurador-geral dos verbitas, Gianfranco Girardi. Concelebrou também D. Eduardo Horacio García, Bispo auxiliar e pró-vigário-geral de Buenos Aires. Entre os presentes, as irmãs Pias Discípulas do Mestre Divino que prestam serviço no Vaticano e um grupo de empregados da Apsa.
O Pontifice iniciou sua homilia com uma reflexão sobre a primeira carta de São João (1, 5-2, 2), em que o apóstolo afirma: "Deus é luz, e Nele não há trevas". Mas, se dissermos “que estamos em comunhão com Ele” e “andarmos nas trevas, somos mentirosos e não praticamos a verdade”.

O papa Francisco destacou que “todos nós temos obscuridades na nossa vida”, momentos “em que há escuridão em tudo, inclusive na própria consciência, mas “caminhar nas trevas significa estar satisfeito de si mesmo; estar convencido de que não precisa de salvação. Essas são as trevas!”.
Olhem seus pecados, os nossos pecados: todos somos pecadores –e continuou - “se confessamos nosso pecados, Ele é fiel, é justo a ponto de nos perdoar.” 
Como recorda o Salmo 102: "Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem”. Ele sabe de tudo. "Não se preocupe, vá em paz", a paz que só Ele dá”.

Isto é o que "acontece no sacramento da reconciliação”. Muitas vezes – disse o Papa - pensamos que confessar é como ir a lavanderia. No entanto, Jesus no confessionário não é um serviço de lavandaria”.

A confissão "é um encontro com Jesus, que nos espera como somos”. Muitas vezes, temos vergonha de dizer a verdade: eu fiz isso, eu pensei aquilo. Mas a vergonha é uma verdadeira virtude cristã, e até mesmo humana. A capacidade de vergonhar-se é uma virtude do humilde”.

"Jesus espera por cada um de nós, reiterou o papa Francisco citando o Evangelho de Mateus (11, 25-30):Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Esta é a virtude que Jesus nos pede: humildade e mansidão”.

“Humildade e mansidão - continuou o Papa - são como a marca de uma vida cristã. “E Jesus nos espera para nos perdoar. Confessar não é como ir a uma “sessão de tortura”. “Não! Confessar-se é louvar a Deus, porque eu pecador fui salvo por Ele. E ele me espera para me repreender? Não, com ternura para me perdoar. E se amanhã fizer a mesma? Confesse-se mais uma vez... Ele sempre nos espera”. 

Francisco concluiu: "Isso nos alenta, é belo, não é? E se sentirmos vergonha? Bendita vergonha porque isso é uma virtude. Que o Senhor nos dê esta graça, esta coragem de procurá-lo sempre com a verdade, porque a verdade é luz e não com as trevas das meias-verdades ou das mentiras diante de Deus”. 

Fonte: ZENIT

segunda-feira, 29 de abril de 2013




“Podemos confirmar que o Santo Padre virá a Aparecida”

Publicado em 25/04/2013

O representante do Vaticano e responsável pelas viagens internacionais do papa, Alberto Gasbarri, confirmou a visita do Santo Padre ao Santuário Nacional em Aparecida (SP), na manhã desta quarta-feira (24).

Alberto Gasbarri, acompanhado do Núncio Apostólico, dom Giovanni D’ Aniello, e outros representantes da comitiva responsável pela visita do Pontífice ao Brasil, estiveram reunidos no Santuário Nacional para acertar detalhes dos possíveis itinerários da passagem do Papa Francisco ao santuário mariano.

A reunião aconteceu por volta das 10h, com o Cardeal arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno Assis, dom Darci Nicioli, bispo auxiliar de Aparecida, dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local da JMJ (COL), o reitor do Santuário Nacional, padre Domingos Sávio, o ecônomo do Santuário, padre Luiz Cláudio Alves de Macedo, representantes das Forças Armadas e da Polícia Federal, entre outros representantes.
Dom Damasceno falou com o Portal A12 e comentou a visita da comitiva:
“Esteve em Aparecida, o senhor Alberto Gasbarri, responsável pela viagem do Santo Padre ao exterior para ver os possíveis lugares que seriam visitados pelo papa. Ficou impressionado pelo que viu, uma vez que já conhece Aparecida”.
O Cardeal afirmou que o Santo Padre virá a Aparecida, mas ainda não há confirmação da data e da programação.
“Podemos confirmar que o Santo Padre virá a Aparecida. A divulgação oficial da visita do Santo Padre, tanto no Rio de Janeiro como em Aparecida, será feita em maio, quando teremos essa informação oficial”, completou dom Damasceno.
O Cardeal arcebispo de Aparecida falou também sobre a alegria que a visita do Pontífice despertará nos devotos da Mãe Aparecida.
“Creio que os devotos da Mãe Aparecida, da Campanha dos Devotos e todos os brasileiros estarão felizes com essa visita e acorrerão para Aparecida para acolher e receber o Santo Padre, o papa Francisco, que irá trazer sua palavra e sua bênção”.
A visita da comitiva durou cerca de duas horas e foi encerrada com um almoço no Seminário Bom Jesus.

Fonte: Redação Portal A12

domingo, 28 de abril de 2013



V Domingo da Páscoa – Ano C
At 14,21b-27; Sl 144; Ap 21,1-5a; Jo 13,31-33a.34s

            Caros irmãos e irmãs, neste domingo o Senhor Jesus depois de ter ceado com apóstolos faz questão de abrir o seu testamento. Disse o Senhor: 33a Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. 34Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. 35Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.”
         Ora, na leitura do livro do apocalipse São João nos fala de um novo céu e nova terra, pois a primeira terra e primeiro céu passaram (Ap 21,1). Também fala de uma visão de uma cidade santa. Não temos como negar que esta cidade santa é a Igreja de Cristo que nasce do seu sangue derramado na cruz. Isso mesmo, a Igreja, esta Igreja, da qual fazemos parte, é Ela a morada de Deus, pois, foi instituída pelo próprio Cristo, é a noiva enfeitada para o seu marido Cristo.
2Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, vestida qual esposa enfeitada para o seu marido. 3Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus entre os homens.” (Ap 21,2-3)
Desta forma podemos ouvir a voz do trono que nos afirma que em Cristo foi feito nova todas as coisas, e o que passou ficou de uma vez por todas para traz.
Assim, podemos dizer que o Senhor da às coordenadas dessa nova vida, ou jeito novo de se viver nesta cidade santa, ou seja, na Igreja, nos amando mutuamente como o senhor nos amou. E se quisermos saber como Ele nos amou realmente basta olharmos para a sua cruz e vermos o grande amor que tem por nós.
         Portanto que o Senhor neste domingo nos ajude a vivermos nesta cidade do céu a Igreja, a sua santa vontade que é de nos amarmos como Ele nos amou de forma desinteressada. Só há amor verdadeiro quando nos dispomos a amar de forma total e desinteressada, pois no amor não há lugar para interesses individualistas, mas somente para a comunhão, que nos convida a compreender o outro com os seus problemas, do jeito que ele é. Pois só o amor é capaz de converter corações.
Bom Domingo e boa semana.  

Pe. José Émerson

sábado, 27 de abril de 2013


CHEGADA DA CRUZ DIOCESANA A GARANHUNS


Neste domingo a Cruz peregrina de nossa Diocese chega à cidade de Garanhuns após ter percorrido os demais vicariatos de nossa Diocese. A Paróquia de Nossa Senhora Mãe dos Homens (ITAÍBA-PE) estará entregando nesta tarde de domingo dia 28 a Cruz na Paróquia de Santa Teresa do Menino Jesus no Bairro do Magano. Para este momento acontecerá uma tarde de louvor e adoração.
 Além de apresentações musicais e teatrais dos jovens da Paróquia. A programação terá inicio a partir das 15h na Capela de Nossa Senhora da Conceição e seguirá até às 18h encerrando com a celebração da Santa Missa.
Dos dias 28 de abril até o dia 11 de maio a cruz peregrinará pelas comunidades da paróquia e o ponto alto desta peregrinação será a Vigília Jovem que será realizada no próximo dia 04 de maio na matriz de Santa Teresinha. Santa Teresinha é uma das padroeiras da JMJ 2013 e deste modo queremos junto com ela entregarmos as nossas vidas ao Senhor que nos criou e que se entregou por nós.




Pelo Pe. Poul Anderson – Pároco de Santa Teresa do Menino Jesus.




O Sacramento da Eucaristia
A Eucaristia é “fonte e ápice de toda a vida cristã”.  A santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa.
É o próprio sacrifício do Corpo e Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz até o seu regresso, confiando assim a Igreja o memorial da sua morte e ressurreição.
É o último dos sacramentos da iniciação cristã, o único que se pode receber repetidamente. Através deste sacramento, de forma muito especial nós católicos nos identificamos, visto que, em qualquer lugar do mundo a Missa é sempre a mesma.

 Ensina-nos o Catecismo da Igreja Católica:

“1362. A Eucaristia é o memorial da Páscoa de Cristo, a atualização e a oferenda sacramental do seu único sacrifício, na liturgia da Igreja que é o seu corpo. Em todas as orações eucarísticas encontramos, depois das palavras da instituição, uma oração chamada anamnese ou memorial.”

1365. Porque é o memorial da Páscoa de Cristo, a Eucaristia é também um sacrifício. O carácter sacrificial da Eucaristia manifesta-se nas próprias palavras da instituição: “Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós” e “este cálice é a Nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós” (Lc 22, 19-20). Na Eucaristia, Cristo dá aquele mesmo corpo que entregou por nós na cruz, aquele mesmo sangue que “derramou por muitos em remissão dos pecados” (Mt 26, 28).

1366. A Eucaristia é, pois, um sacrifício, porque representa (torna presente) o sacrifício da cruz, porque é dele o memorial e porque aplica o seu fruto: Cristo “nosso Deus e Senhor [...], ofereceu-Se a Si mesmo a Deus Pai uma vez por todas, morrendo como intercessor sobre o altar da cruz, para realizar em favor deles [homens] uma redenção eterna. No entanto, porque após a sua morte não se devia extinguir o seu sacerdócio (Hb 7, 24-27), na última ceia, "na noite em que foi entregue" (1 Cor 11, 13). [...] Ele [quis deixar] à Igreja, sua esposa bem-amada, um sacrifício visível (como o exige a natureza humana), em que fosse representado o sacrifício cruento que ia realizar uma vez por todas na cruz, perpetuando a sua memória até ao fim dos séculos e aplicando a sua eficácia salvífica à remissão dos pecados que nós cometemos cada dia”.

1367. O sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício: “É uma só e mesma vítima e Aquele que agora Se oferece pelo ministério dos sacerdotes é o mesmo que outrora Se ofereceu a Si mesmo na cruz; só a maneira de oferecer é que é diferente”. E porque “neste divino sacrifício, que se realiza na missa, aquele mesmo Cristo, que a Si mesmo Se ofereceu outrora de modo cruento sobre o altar da cruz, agora está contido e é imolado de modo incruento [...], este sacrifício é verdadeiramente propiciatório”.

1368. A Eucaristia é igualmente o sacrifício da Igreja. A Igreja, que é o corpo de Cristo, participa na oblação da sua Cabeça. Com Ele, ela própria é oferecida integralmente. Ela une-se à sua intercessão junto do Pai em favor de todos os homens. Na Eucaristia, o sacrifício de Cristo torna-se também o sacrifício dos membros do seu corpo. A vida dos fiéis, o seu louvor, o seu sofrimento, a sua oração, o seu trabalho unem-se aos de Cristo e à sua oblação total, adquirindo assim um novo valor. O sacrifício de Cristo presente sobre o altar proporciona a todas as gerações de cristãos a possibilidade de se unirem à sua oblação.

Instituição da Eucaristia

Para deixar aos seus apóstolos uma memória do seu amor, para nunca afastar-se dos seus e para fazê-los participantes de sua Páscoa, o Senhor Jesus instituiu a Eucaristia como memória de sua morte e de sua ressurreição, e ordenou a seus apóstolos que a celebrassem até a sua volta. “constituindo-os então sacerdotes do Novo Testamento”.

“FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”

O mandamento de Jesus de repetir seus gestos e suas palavras “até que ele volte” não pede somente que se recorde de Jesus e do que ele fez. Visa a celebração litúrgica, pelos apóstolos e seus sucessores, do memorial de Cristo, de sua vida, de sua Morte, de sua Ressurreição e de sua intercessão junto ao Pai.

Apenas os sacerdotes devidamente ordenados (padres) podem presidir a Eucaristia e consagrar o pão e o vinho para se tornarem o corpo do Filho de Deus.
A Igreja lembra também que a visita ao Santíssimo Sacramento (Jesus presente no Sacrário numa comunidade perto de você) é uma prova de gratidão e de amor para com Cristo.





sexta-feira, 26 de abril de 2013





A CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS FRANCISCANAS DE NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO

 Naquele tempo, 1853, 160 anos atrás, quandoFrei Caetano de Messina, como um facho de Luz, compadeceu-se do Povo molestado pela falta d’ água, pela falta de pão,, e luz e pela falta de cemitério para sepultar os seus entes queridos. Teve compaixão de um povo que, como falou Deus ao profeta Jonas, 4, 11, Não hei de ter compaixão de Nínive onde mais de cento e vinte mil seres humanos não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda!... Frei Caetano sentiu estremecer as entranhas do seu coração ao dar-se conta que Papacaça era o reino da violência, da desonestidade, Era o lugar das trevas. Os homens não conheciam outras armas a não serem, as armas do ódio, da vingança, do derramamento de sangue. Esta foi a realidade encontrada pelo nosso Frei Caetano de Messina.

Ele veio armado também e bem armado. Veio munido com as armas: o Evangelho, a cruz do Senhor, N. Sra. do Bom Conselho e o seu grande amor pelo povo sofrido do sertão nordestino. Trazia também consigo um grande sonho: Sonhava com um mundo diferente.

As pegadas missionárias de Frei Caetano de Messina não foram deixadas na areia, mas gravadas nos corações dos seus ouvintes. As intempéries do tempo nem as vicissitudes da vida fizeram apagar nesta trajetória de mais de duzentos anos de história. Ele, além, do dom de anunciar o evangelho a todos os povos, conforme o mandato do Senhor foi-lhe concedido o carisma de perpetuar suas intenções evangélicas através da fundação de uma família religiosa – A Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho. Com isto, Frei Caetano de Messina entra para a galeria de fundadores dos quais escreveu o Padre Fabio Ciardi: “Carismas dos Fundadores, Evangelho vivido ao longo dos séculos”

A experiência de Deus vivida por ele, como dom do Espírito chegou até elas como um irresistível chamado do Senhor e nada mais tiveram a fazer, a não ser, deixar tudo e se lançarem numa experiência profundamente nova e desafiadora.

Sentiu-se comovido ao constatar a miséria que assolava a população, crianças abandonadas, famílias desestruturadas. E aqui podemos dizer: Para que tivessem mais vida, os pobres e os pequenos através da educação e da humanização dos costumes foram tudo o que quis Frei Caetano de Messina como fundador. E assim aquelas quatro primeiras jovens, que chamava de mestras e as 18 alunas que deram início a esta Congregação destinada a educação. Jamais podemos perder de vista este ponto de partida.

 No dia l° de março Frei Caetano escreve ao Bispo de Olinda e Recife, Dom João Marques da Purificação Perdigão, pedindo para mandar três Irmãs do Convento Nossa Senhora da Soledade de Goiana para orientarem as jovens iniciantes do Mosteiro de Nossa Senhora do Bom Conselho.

No dia 20 de abril o Colégio estava pronto e no dia 24 foi inaugurado. ( 2° de Pernambuco)

A Congregação nascera de uma participação de fé mediante a qual o missionário comunicou sua experiência aos outros. Recebeu o dom de ser, de fazer, de chamar e de unir. As primeiras Irmãs receberam o dom de responder e de congregar. As Irmãs que viriam depois, nós, recebemos o dom, a responsabilidade de continuar, de fazer crescer a herança deixada por ele, o que acontecerá sempre à medida que a Congregação conseguir presentificar, atualizar através de uma resposta transformadora, os anseios e necessidades da Igreja e do Povo de Deus.


Que o Senhor continue abençoando esta obra e que continue enviando operárias para a sua messe.
Longa vida as Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora Bom Conselho!
Pe. José Émerson.


DOM FERNANDO FAZ VISITA PASTORAL A SALOÁ

Dom Fernando Guimarães, inicia mais uma Visita Pastoral, nos dias 25 a 28 de abril de 2013, na Paróquia de São Vicente de Paulo, na cidade de Saloá, dando cumprimento ao programa de Visitas Pastorais que vem realizando desde que assumiu a Diocese de Garanhuns, em 2008. 

A Paróquia de São Vicente de Paulo de Saloá foi criada aos 14 de maio de 2000, pelo então Bispo de Garanhuns, Dom Irineu Roque Scherer, com território desmembrado da Paróquia de Jesus, Maria e José, da cidade de Bom Conselho.
Compõe o Vicariato Oeste e sua área corresponde à do Município de Saloá, que compreende 252 Km2. Possui uma população de 14.591 habitantes.
Padres que estiveram à frente da Paróquia, a partir da sua criação:
. Pe. José Hilton Ferreira (14/05/2000) – Administrador Paroquial
. Pe. Silvano Machado da Silva (02/03/2002) – Pároco
  Pe. Rivaldo Peixoto de Araújo (10/01/2009) – Pároco




quinta-feira, 25 de abril de 2013



Médicos do Vaticano aprovam o segundo milagre de João Paulo II

O processo de canonização do Papa João Paulo II está Caminhando a passos largos e ele poderá ser proclamado santo no próximo mês de outubro. Na última semana, médicos da Congregação das Causas dos Santos reconheceram como inexplicável uma cura de uma mulher atribuída ao bem-aventurado João Paulo II.
O milagre deverá ser aprovado também pela comissão de teólogos e cardeais, levando o papa a ser reconhecido santo em tempo recorde, apenas oito anos desde sua morte.
Semana passada, houve debate de uma comissão de sete médicos e o parecer foi favorável. Está claro que é vontade da Congregação para as Causas dos Santos, que tem o aval também de papa Francisco, em terminar todo o processo com a canonização do santo padre.
Em maio, será realizada a congregação dos teólogos e dos cardeais da Congregação para as Causas dos santos e, em junho, o Consistório ordinário com a aprovação do papa.

Do site da Canção Nova

quarta-feira, 24 de abril de 2013



"Agenda será adaptada e seguirá a sensibilidade de Papa Francisco"

Responsável pelas viagens internacionais do Papa, Alberto Gasbarri, chegou ao Rio de Janeiro
RIO DE JANEIRO, 23 de Abril de 2013 (Zenit.org) - De acordo com nota enviada pela Assessoria de Imprensa da JMJ Rio 2013, o responsável pelas viagens internacionais do Papa, Alberto Gasbarri, chegou ao Rio de Janeiro, nesta terça-feira, às 5h30min. A vinda ao Brasil cumpre uma agenda que visa definir o programa do Santo Padre durante a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro.
Gasbarri participou de reunião a portas fechadas com o arcebispo do Rio e presidente do Comitê Organizador Local da JMJ Rio2013 (COL), Dom Orani João Tempesta, o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d'Aniello, representantes dos governos federal, estadual e municipal, no Palácio São Joaquim. Em seguida, às 10h30min, a reunião foi ampliada com a participação de diretores do COL e outros representantes de órgãos federal, estadual e municipal, no auditório da Arquidiocese.
Gasbarri agradeceu os esforços de todas as esferas de governo e dos voluntários. Disse que está acompanhando o trabalho para a realização da JMJ Rio2013. "Já tínhamos um programa, fechado entre outubro e novembro do ano passado, mas houve uma mudança em um pequeno detalhe. Mudou o Papa", afirmou.
"Tínhamos uma túnica sob medida para o Papa e, agora, precisamos fazer outra". "Agora, vamos atualizar o programa do Papa Francisco de acordo com sua sensibilidade".
Antes de vir ao Rio, Gasbarri, afirmou ele, apresentou o programa da JMJ ao Sumo Pontífice. Ele garantiu que a primeira viagem internacional do Papa será o Brasil e o "foco do programa" será o Brasil, o Rio de Janeiro e a JMJ Rio2013. "Vamos adaptar a agenda e seguir sua sensibilidade", afirmou.
Gasbarri confirmou a participação do Papa nos Atos Centrais da JMJ (Cerimônia de Acolhida ao Papa, Via Sacra, em Copacabana, Vigília e Missa de Envio, no Campus Fidei, em Guaratiba). O primeiro Ato Central da JMJ é a Missa de Abertura, presidida por Dom Orani, que ocorre sem a presença do Papa. Na tarde, ele visitou locais que devem integrar a agenda.
Para Dom Orani, a Jornada representa um "horizonte vasto que se abre diante de todos para servir ao mundo". "Teremos jovens católicos, judeus, muçulmanos, evangélicos, de várias nacionalidades, idiomas, de países em guerra, todos vivendo como irmãos. Nosso trabalho deve marcar o futuro de muita gente" –conclui a nota - .
Fonte: ZENIT


 ACONTECERÁ A PRESTIGIADA FEIJOADA 
“CLASSE A”, PARABÉNS A MINHA AMIGA KITTY.


terça-feira, 23 de abril de 2013



NOVENTA ANOS DO Pe. JOÃO VANDEBEEK

Como tinha informado aqui aconteceu na última sexta feira a Celebração Eucarística presidida pelo Pe. João. Foi um momento de grande alegria e para minha de forma particular de muita emoção, visto que, o Pe. João é um testemunho de perseverança no serviço do anúncio do Reino de Deus.
Vejam algumas fotos.






segunda-feira, 22 de abril de 2013



Os "bastidores" da humildade de Bento XVI

Tudo o que tinha era apenas uma mala, alguns livros e o necessário

Por Mirticeli Dias de Medeiros

SãO PAULO, 19 de Abril de 2013 (Zenit.org) - Quem diria que aquele velhinho, o qual, todos os dias, com sua maleta, fazia o trajeto de seu apartamento até o trabalho, a pé, tornar-se-ia o 265º Papa da Igreja Católica?

Creio que, para muitos, especialmente para aqueles que moravam em Roma, foi uma surpresa vê-lo na sacada central da Basílica de São Pedro, em 19 de abril de 2005, após um dos Conclaves mais rápidos da história – tão rápido quanto o do nosso Papa Francisco.

Ratzinger disse, em entrevista, nunca ter almejado cargos na Igreja e nem mesmo visado os “holofotes”, mas afirmou também estar à disposição desta mesma Igreja diante de uma necessidade. No entanto, mal saberia ele que, tamanha disposição e desapego, o levaria à Sé de Pedro.

Um Papa que, em sua infância e adolescência, viu os horrores da guerra, foi obrigado a deixar o seminário para alistar-se e, neste tempo tão doloroso, foi alvo de chacotas entre os soldados de Hitler, porque alimentava um imutável e concreto desejo: ser padre.

O Pontífice que, quando ainda cardeal, ao ser convocado por João Paulo II para transferir-se para Roma, sentiu a dor de deixar sua terra natal, a ponto de querer expressar visivelmente uma vida de simplicidade e renúncia: “Tudo o que tinha era apenas uma mala, alguns livros e o necessário”, ressaltou.

Um homem que fez questão de cumprimentar cada um dos vizinhos do modesto apartamento que habitava antes de transferir-se para o Palácio Apostólico, a residência oficial do Santo Padre.

Um Sumo Pontífice que, em uma de suas primeiras catequeses, ao ver uma criança com câncer, fez o sinal da cruz também no ursinho que ela portava, demonstrando, com isso, que um Papa também é capaz de dobrar-se para entrar no universo dos pequenos – tal gesto levou um jornalista judeu a mudar os seus conceitos. Um papa que escolheu ser simplesmente Bento, o santo que, no silêncio de um mosteiro, devolveu à Europa a identidade perdida. O pastor que, considerando-se no fim de sua peregrinação terrestre, afirmou, em 2012, que uma certeza o motivava a ir adiante: “Deus é, Deus está”.

O Sucessor de Pedro que usou um relógio cobiçado por colecionadores mas que, para ele, tinha um valor que não poderia ser calculado por eles: era o relógio de sua irmã, a qual, em seu leito de morte, ofereceu-lhe esta lembrança. Um Papa que, pouco antes de ser eleito, por causa de sua doação à Igreja, não tinha tempo de fazer algo que gostava: passear por Roma. “Eu gostaria de ter uma qualidade de vida mais leve. Eu raramente consigo chegar até a cidade”, disse.

Ele, apesar de ter feito tanto, não hesitou em sair de cena para que a Igreja pudesse seguir adiante, mesmo que isso lhe custasse a falta de reconhecimento de muitos católicos sem memória.

Bento XVI foi alguém que viveu uma humildade por vezes não captada pelas potentes câmeras de televisão, mas demonstrou aquilo que, um dia, o apóstolo das nações fez questão de frisar: “Convém que Cristo cresça e eu diminua”.

Rezamos por ti, Bento XVI, nosso Bento XVI.

(Fonte: Canção Nova)

(Fonte: ZENIT)

“UMA PURA VERDADE” (grifo meu)



domingo, 21 de abril de 2013



 IV Domingo de Páscoa – Ano C

At 13,14.43-52; Sl 99; Ap 7,9.14b-17; Jo 10,27-30

“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem.” (Jo 27)

         Caros irmãos e irmãs neste quarto domingo da páscoa a Igreja de cristo nos convoca a ver no Senhor o Bom Pastor que dar a vida pelas as suas ovelhas. É Jesus o messias o filho de Deus, é Ele a fonte de vida para todos aqueles que o seguem.

Num mundo marcado pela escuridão das incertezas da vida, das intempéries inclusive da própria natureza que reclama por ser devastada e destruída pela a ambição de um mercado consumidor, que só aumenta a fome de dinheiro e que gera o lucro e a vontade devastadora de produzir riqueza virtual. Num mundo marcado pela desconfiança nos cercamos de muros altos em nossos lares. E acabamos vivendo em um mundo marcado pelo desanimo e pelas as incertezas, e o Senhor hoje nos diz com toda a força de sua voz: EU SOU O BOM PASTOR! 

O Bom Pastor que guarda as ovelhas e nunca as abandona, pois, as ama de verdade. Na segunda leitura de hoje do livro do Apocalipse vemos falar de uma grande multidão que alvejou as suas vestes no sangue do cordeiro. Pois bem, são homens e mulheres, santos e santas de Deus que compreenderam que Jesus é a fonte perene de vida, e por isso não temeram nem mesmo o martírio. Pois o Senhor enxugou as lagrimas dos seus olhos e lhes concedeu a verdadeira e eterna alegria.

As minhas ovelhas escutam a minha voz! Precisamos amados irmãos e irmãs escutar a voz do Bom Pastor como estes e estas da grande multidão. Escutar a voz do Senhor que fala aos nossos corações, no intimo de cada um onde nem nós mesmos podemos ir. É preciso como diz a música abrir a porta do coração e dar livre acesso ao Bom Pastor para que Ele possa operar grandes maravilhas em nossas vidas.

Que o Senhor nos ajude a abrir os ouvidos para ouvir sua voz e que Ele nos leve em suas mãos e que nós nos entreguemos verdadeiramente a Ele e não tenhamos mal algum. Amém

Bom Domingo a todos e todas!

Pe. José Émerson.




sábado, 20 de abril de 2013


O SACRAMENTO DA CRISMA


No dia do nosso batismo recebemos o Espírito Santo que vai nos acompanhar por todas as fazes da nossa vida. No sacramento da Crisma a Igreja de Cristo invoca sobre o cristão novamente a efusão do Espírito Santo que agindo e operando nele o acompanha para o encontro pleno com Jesus.

Diz-nos o Catecismo da Igreja Católica n. 1285:

“Com efeito, os batizados pelo sacramento da Confirmação, são mais perfeitamente vinculados à Igreja, enriquecidos com uma força especial do Espírito Santo e deste modo ficam mais estritamente obrigados a difundir e a defender a fé por palavras e obras, como verdadeiras testemunhas de Cristo.”


O efeito da Crisma é efusão do Espírito Santo, como no dia de Pentecostes. Essa efusão imprime na alma um caráter indelével e faz crescer a graça recebida no batismo, enraíza mais profundamente a filiação divina, unindo de forma mais firme o fiel a Cristo e a sua Igreja revigorando na alma os dons do Espírito Santo, nos capacitando ainda mais para dar testemunho da fé cristã.
No dia de Pentecostes os Apóstolos recebem o Espírito Santo e anunciam as grandes maravilhas de Deus (At 2,11). Através da imposição das mãos comunicam o Dom do mesmo espírito recebido e ao longo da sua história a Igreja continuou a viver do Espírito e a comunicá-lo aos seus filhos.

Diz o catecismo da Igreja Católica n. 1300:

“Segue-se o rito essencial do sacramento. No rito latino, “o sacramento da Confirmação é conferido pela unção do santo crisma sobre a fronte, feita com a imposição da mão, e por estas palavras: “Accipe signaculum doni Spiritus Sancti – Recebe por este sinal o Espírito Santo, o Dom de Deus”.

O Bispo Diocesano é sempre que ministra o Sacramento da Crisma podendo delegar um padre para fazê-lo.

Pe. José Émerson


sexta-feira, 19 de abril de 2013



NOVENTA ANOS DO Pe. JOÃO VANDEBEEK.  – Parte II

Bom, é claro que o tempo vai passando e em nossa vida tudo que vamos escolhendo vai solidificando-se em nosso interior, e de fato, surge agora a concretização seu desejo de ser missionário e assim, por volta da década de 60, João vem ao Brasil pra dedicar a sua vida a este povo.
Meio acanhado, tímido, com a fala enrolada, mesmo assim chega aquele missionário e que desde já encanta com o seu jeito de ser firme, mas amoroso com o povo que iria trabalhar. E logo após sua chegada, passados alguns tempos, eis que certo confrade seu, por nome de Pe. Matias Lemmens, que trabalhava numa paróquia da congregação localizada no interior de Pernambuco, numa cidade chamada Garanhuns, bate às portas da sede provincial no bairro da várzea, em Recife, e pede ao seu superior que envie um colaborador, pois o seu trabalho na dita paróquia era muito grande e que necessitava urgentemente de um irmão sacerdote que fosse lá colaborar. Com certeza, o diálogo do Pe. Matias tocou o superior profundamente e assim, Pe. João recebe a incumbência para ir auxiliar seu confrade nesta paróquia tão grande. Neste ínterim, toma o trem na grande estação do centro do Recife com destino à Garanhuns.
Não possuímos a data exata de sua chegada em Garanhuns, mas chegando encontra uma paróquia muito movimentada; não tarda de o Pe. Matias mostrar-lhe a pupila dos seus olhos: o Centro Social Pe. Dehon que há pouco construíra e que tinha por objetivo principal atender as pessoas pobres que ali se achegavam. Neste centro estavam funcionando o primitivo hospital infantil, um clube de mães e uma escola; quem não se lembra do Prof. Letácio?
Com tudo isso, os olhos de João se contentam e imediatamente seu coração alegra-se pois encontrara o campo de trabalho onde poderia dedicar-se ao seu ideal de doação ao povo.
Estamos dentro de um contexto onde os Padres estrangeiros gostavam de tirar suas merecidas férias em seus países de origem. Era a oportunidade que João tinha de mostrar todos os talentos que possuía.

Foto: Pe. João Vandebeek e Pe. Matias Lemmens em Maastricht- Holanda

Repetidas vezes Pe. Matias recebia licença para suas merecidas férias e enquanto isso João vai ocupando o seu espaço, visitando os doentes, fundando grupos de jovens, orientando catequistas. E quando seu amigo ia-se pra Holanda, ficava João fazendo suas vezes, até ao ponto de numa atitude prudente, trocar todo o madeiramento do telhado da Matriz, porque estava ameaçando cair; e ao mesmo tempo, coube a João a organização do maior acontecimento da Igreja em Garanhuns, as festividades dos 50 anos de criação da Paróquia de São Sebastião da Boa Vista, que mesmo com a ausência de seu pároco, esta realizou-se de 04 de setembro de 1971 a 04 de setembro do ano seguinte, sendo neste mesmo dia empossado como vigário. Foi uma alegria imensa pra João, mas como um bom missionário que era, em 26 de Novembro de 1972, aceita uma nova missão deixando em seu lugar o Pe. Felipe Werter.
Aqui o coração de João fica apertado pelo fato de deixar sua querida boa vista, não sabendo ele que o Senhor reservou para ele o caminho de volta para Garanhuns, onde em 21 de Outubro de 1973, assume novamente a sua querida paróquia, agora com todos os direitos que lhe assistiam.
Com a mesma garra de antes, retoma o seu plano pastoral, criando grupos de evangelização nas áreas urbana e rural, reativa os grupos de jovens, dá uma nova dinâmica à catequese paroquial, enfim era o que ele queria.
Coube a João reestruturar o Hospital Infantil, tendo à frente a Ir. Margarida Sobral (in memória) e o Centro Social Pe. Dehon com as escolas doméstica e de datilografia, bem como a escola do ‘Professor Letácio’; é a João também que se deve a construção do Centro Comunitário Pe. Dehon, na intenção de expandir os serviços existentes no Centro Social aos mais carentes; sonho este iniciado em 01 de Outubro de 1975 e concluído, inaugurado e benzido em Março de 1976, confiando sua administração a uma jovem religiosa: Irmã Gorete.











                                                         

Seu trabalho não para por aí. Foi com João que numa brilhante ideia de melhor catequizar o povo, criou um grupo de jovens que fizesse representações teatrais das histórias bíblicas, sobretudo, do Evangelho da missa de Domingo. Foi um avanço muito considerável, a ponto de este mesmo grupo existir por vários anos. Assim, a primeira etapa da presença de João na paróquia prossegue até 09 de Dezembro 1976, quando entrega a paróquia ao seu confrade, o Pe. José Tavares.
Depois de três anos, para dar continuidade ao seu trabalho em 18 de Novembro de 1979, retorna João para a sua querida paróquia da boa vista. Segundo relatos do livro tombo paroquial, percebe-se que não há mudanças profundas, pois o seu estilo de pastorear estava consolidado. O interessante neste período é que a formação de grupos de evangelização na área rural da paróquia foi um marco de sua presença até o dia 05 de Agosto de 1985, quando de sua partida definitiva.
O “Pe. João Galego”, “Pe. João Vanderleis”, como ainda hoje é chamado por alguns que viveram àquela época, recordam que, para além de sua firmeza, que até lhe rendeu alguns contratempos e até mesmo estórias pitorescas, o seu profundo amor pelos pobres foi e é a sua marca. Quem dera que os padres mais jovens, neste assunto incluo-me, pudessem ter o vigor deste homem que hoje faz noventa anos.
Sempre tive João como um exemplo de sacerdote pra minha vida, mesmo não o conhecendo bem, profundamente- palavra tão pronunciada por ele, trago meu testemunho de quantas vezes, mesmo nas noites escuras de minha vida vocacional e agora mesmo, ministerial, trago em minha memória o seu exemplo de sacerdote bom e zeloso. Me emociono neste momento ao escrever este relato, que pode a principio ser inútil ou até mesmo muito particularizado, porém este homem chamado João em sua simplicidade, deixou-nos um exemplo, exemplo de Cristo que a vida só tem sentido se for para servir ao outro que não tem voz e nem vez, num mundo carente de Deus e do seu amor.
Por isso, saúdo a João pelo seu aniversário, com muitas bênçãos de saúde e de paz e que de fato, chego à conclusão que noventa anos não são noventa dias.
Obrigado João e PRA FRENTE! 
Mamanguape, 19 de Abril de 2013.   
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
ALVES, Alan da Silva. A presença dos Sacerdotes do Sagrado Coração na Paróquia de São Sebastião da Boa Vista (1926- 1995). João Pessoa: SAPIC, 2008. p.103-117.
CRÉDITO DAS FOTOGRAFIAS
__________________. Notas Avulsas da História Paroquial. João Pessoa: SAPIC, 2008. 
p.1-2



FONTE:Pe. Alan da Silva Alves
Sacerdote da Arquidiocese da Paraíba, estudante graduando do curso de Licenciatura em Pedagogia pelo CCAE/ UFPB,
Membro do GEPEEES (Grupo de estudos e pesquisa em educação, etnia e economia solidária da UFPB, campus IV).