segunda-feira, 30 de abril de 2012


MÊS DE MAIO – DIAS DE MUITAS FESTAS

Neste primeiro de Maio, dia de São José operário, também dia dos trabalhadores e trabalhadoras, a Paroquia de São Sebastião, estará realizando a abertura do mês de Maria, e enviando, os Missionários e Missionárias do terço. Na ocasião estaremos abrindo o Seminário de cura e libertação para as famílias, cuja inscrição de 3,00 será destinada as obras de reforma do piso da Creche Lar de Nazaré. Contaremos nestes três (01,02,03) dias com a reflexão dos Padres: Émerson, Ivan e Roberto Júnior.

VOCÊ TRABALHADOR E TRABALHADORA VENHA RECEBER AS BENÇÃOS DO SENHOR PARA O SEU TRABALHO, A SUA VIDA, E TODA A SUA FAMÍLIA!
Pe. José Émerson.

OAB contesta regra que posiciona membro do MP ao lado do juiz.

           O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI nº 4.768) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra dispositivos do estatuto do Ministério Público da União e da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público que garantem a membros do órgão a prerrogativa de se sentarem do lado direito de juízes durante julgamentos.
            Segundo a OAB, os dispositivos legais “estabelecem ampla e irrestrita prerrogativa ao Ministério Público de sentar-se lado a lado com o magistrado em detrimento do advogado” quando representantes do órgão atuam como parte no processo. “Respeitosamente, não se trata, puramente, de discussão secundária e pequena, vez que a posição de desigualdade dos assentos é mais do que simbólica e pode sim influir no andamento do processo”, afirma a autora.
           A entidade ressalva, entretanto, que não ocorre nenhuma inconstitucionalidade quando o membro do MP, na condição de fiscal da lei, o chamado custos legis, se senta ao lado do juiz. No entanto, argumenta a OAB, quando atua como parte acusadora, o fato de o representante do MP sentar-se estar ao lado do juiz representaria uma “disparidade de tratamento entre acusação e defesa”

          A Ordem dos Advogados alega que a situação “agride o princípio da igualdade de todos perante a lei” e, em consequência, viola a “isonomia processual”. E concluiu: “(A regra institui uma) arquitetura/modelo que gera constrangimento funcional, pois ela dissimula a real posição que devem ostentar as partes em um processo conduzido pelos princípios e regras do Estado democrático de direito”.
          “Ou seja, perante a testemunha, o perito, o acusado e qualquer outro participante da relação processual, o mobiliário compõe a imagem de duas autoridades de igual hierarquia”, concluiu a OAB, que pede a concessão de liminar para que os dispositivos legais fiquem suspensos até o julgamento final da ADI.
           No mérito, a entidade pede para o STF dar interpretação conforme a Constituição à alínea a do inciso I do art. 18 do Estatuto do MPU (Lei Complementar nº 75/93) e ao inciso XI do art. 40 da Lei Orgânica do MP (Lei nº 8.625/93), para que a prerrogativa prevista nos dispositivos seja aplicada somente quando o MP oficia como fiscal da lei.
Fonte: STF  Consulex - Dialex


domingo, 29 de abril de 2012


Regina Caeli do Papa Bento XVI na Jornada Mundial de Oração pelas Vocações Palavras do Papa Bento XVI antes e depois da oração
ROMA, domingo, 29 de Abril de 2012 (ZENIT.org) - Nessa Jornada Mundial de Oração pelas Vocações, Domingo do Bom Pastor, publicamos as palavras que o Santo Padre Bento XVI pronunciou antes e depois da oração dominical do Regina Caeli.
Queridos irmãos e irmãs!

Acabou de terminar, na Basílica de São Pedro, a celebração eucarística em que ordenei nove novos sacerdotes para a Diocese de Roma. Vamos agradecer a Deus este dom, sinal de seu amor providente e fiel à Igreja! Reunamo-nos em espírito em torno desses novos padres e rezemos para que acolham totalmente a graça do Sacramento que lhes conformou com Jesus Cristo, Sacerdote e Pastor. E oremos para que todos os jovens estejam atentos à voz de Deus que fala ao seu coração interiormente e chama-os a deixar tudo para servi-Lo. Para este fim é que se dedica essa Jornada Mundial de Oração pelas Vocações. Na verdade, o Senhor está sempre chamando, mas muitas vezes nós não escutamos. Estamos distraídos por muitas coisas, por outras vozes superficiais; e depois temos medo de escutar a voz do Senhor, porque pensamos que possa tirar-nos a liberdade. Na verdade, cada um de nós é fruto do amor: é claro, o amor dos pais, mas, mais profundamente, do amor de Deus. Diz a Bíblia: ainda que a tua mãe te desprezasse, eu te quero, porque te conheço e te amo (cf. Isaías 49,15). No  momento em que eu percebo isso, a minha vida muda: torna-se uma resposta a este amor, maior do que qualquer outro, e assim se realiza plenamente a minha liberdade.
Os jovens que consagrei sacerdote hoje não são diferentes dos outros jovens, mas foram tocados profundamente pela beleza do amor de Deus, e não puderam deixar de responder com toda a sua vida. Como é que encontraram o amor de Deus? O encontraram em Jesus Cristo: no seu Evangelho, na Eucaristia e na comunidade eclesial. Na Igreja descobrimos que a vida de cada homem é uma história de amor. A Sagrada Escritura nos mostra claramente isso e o testemunho dos santos nos confirmam. Exemplar é a expressão de Santo Agostinho, que nas suas Confissões se dirige a Deus e diz: "Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Estavas dentro de mim, e eu fora ... Estavas comigo, e eu não estava contigo... Mas me chamastes, e teu grito venceu minha surdez "(X, 27,38).
 Caros amigos, rezemos pela Igreja, para cada comunidade local, para que seja como um jardim regado, onde podem germinar e crescer todas as sementes de vocação que Deus semeia em abundância. Oremos para que em todos os lugares se cultive este jardim, na alegria de sentir-se todos chamados, na variedade dos dons. Em particular, as famílias sejam o primeiro ambiente no que se “respire” o amor de Deus, que dá força interior também em meio às dificuldades e às provas da vida. Quem vive em família a experiência do amor de Deus, recebe um dom inestimável, que dá fruto no seu tempo. Que a Santíssima Virgem nos obtenha tudo isso, ela que é modelo de acolhida livre e obediente do divino chamado, Mãe de todas as vocações na Igreja.
Depois do Regina Caeli
Queridos irmãos e irmãs!
Uma saudação especial aos peregrinos reunidos na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, onde nesta manhã foi declarado Beato Giuseppe Toniolo. Viveu entre o século XIX e XX, foi marido e pai de sete filhos, professor universitário e educador da juventude, economista e sociólogo, apaixonado servidor da comunhão na Igreja. Colocou em prática os ensinamentos da Encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII; incentivou a Ação Católica, a Universidade Católica do Sagrado Coração, as Semanas Sociais dos Católicos Italianos e um Instituto de Direito Internacional da Paz. A sua mensagem é muito oportuna, principalmente neste momento: o Beato Toniolo aponta o caminho da primazia da pessoa humana e da solidariedade. Ele escrevia: "por acima desses bens e interesses legítimos das nações individuais e dos Estados, há algo muito forte que coordena todos à unidade, e chama-se o dever da solidariedade humana".
Também hoje em Coutances, França, foi beatificado o sacerdote Pierre-Adrien Toulorge, da Ordem Premostratense, que viveu na segunda metade do século XVIII. Agradeçamos a Deus por este luminoso “mártir da verdade”.
Saúdo os participantes do encontro europeu dos estudantes universitários, organizado pela Diocese de Roma no primeiro aniversário da Beatificação do Papa João Paulo II. Queridos jovens, continuem com confiança no caminho da nova evangelização nas Universidades. Amanhã à noite vou acompanhá-los em espírito, na Vigília que será realizada em Tor Vergata, junto à Grande Cruz da Jornada Mundial da Juventude do 2000. Obrigado pela sua presença!
[Tradução Thácio Siqueira]
Fonte: zenit.org




– IV Domingo de Páscoa – Ano B

At 4,8-12; Sl 117; 1Jo 3,1-2; Jo 10,11-18
            Caros irmãos e irmãos, neste quarto Domingo da Páscoa do Senhor somos convidados a olharmos para dentro de nós e percebermos o quanto Deus nos ama, olhando sempre de forma muito grata sempre a partir do Mistério da Morte e ressurreição do seu amado Filho Jesus Cristo o Bom Pastor.
            “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas.” (Jo10,11). O bom pastor é Jesus que dá a sua vida para que tenhamos vida e a tenhamos em abundancia. É Ele o crucificado que ressuscitou dos mortos e continua agindo no meio da Igreja a partir do testemunho dos apóstolos (At 4,10). A fé que motivou os apóstolos a proclamarem o Senhor como único salvador de suas vidas (At 4,12).
            Só nos encontrando com este verdadeiro pastor e fazendo Dele a pedra principal de nossas vidas seremos felizes e podemos fazer os outros felizes (Sl 117). Pois não há outro caminho a não ser o que nos leva ao curral (aprisco) do Bom Pastor qeu dá a vida pelas as suas ovelhas.
            Neste sentido como nos aponta o salmo proclamado nesta santa liturgia somos convidados a dar graças ao Senhor, pois, eterna é a sua misericórdia para conosco o seu povo amado. Não encontraremos verdadeira felicidade a não ser fazendo este encontro pessoal com o Senhor. Só Nele podemos encontrar bons pastos para nos saciarmos frente a fome que o mundo muitas vezes provoca em nossas vidas. O mundo precisa de Deus. Eu preciso você precisa. Precisamos do Senhor, pois Ele nos escuta como o pastor que é capaz de deixar as noventa e nove ovelhas em busca de uma só que se perdeu.
            Caríssimos, do que mais precisamos se estamos neste santo redil! Ele o Senhor é nossa força e vitória. Precisamos sentir tal realidade com mais força dentro de nós. Daí partirmos para termos atitudes de pastores uns para com os outros. A partir da família, marido, mulher, filhos. Todos com atitudes de pastores, um em função do outro no amor reciproco. Só desta forma estaremos construindo uma nova sociedade pautada no respeito pela vida e trilhando os caminhos do verdadeiro e bom pasto.
            Que o bom pastor nos abençoe e nos guarde bem juntinho Dele hoje e sempre! Amém.

Pe. José Émerson.

sábado, 28 de abril de 2012


DIOCESE DE GARANHUNS A FAVOR DA VIDA NO TRANSITO

Nos últimos dias, presenciamos um número altíssimo de acidentes de motos em nossa região. Percebe-se, que os números tem aumentado com o passar dos dias, e o que mais assusta é que a maioria das vítimas são jovens e adolescentes que muitas vezes embriagados se aventuram acreditando exclusivamente na própria sorte. Nesta quinta feira, na reunião mensal do Clero Diocesano juntos ao nosso Bispo Dom Fernando, recebemos a visita da Equipe da 5ª Região de Saúde, bem como da gestora do Hospital Regional Dom Moura, que nos mostraram números alarmantes com relação a tais acidentes.
            É de cortar coração ver nossos jovens partindo prematuramente fazendo suas famílias sofrerem nos hospitais, uma vez que os números de acidentes se tornam cada vez maiores e de forma brusca deixando sequelas gravíssimas por toda a vida.
Ao nosso Clero foi feito a proposta de uma parceria visando uma maior conscientização das famílias e consequentemente desses jovens em vista da preservação da vida. Na ocasião o nosso Bispo prestou total apoio a tal campanha que será lançada em todas as paroquias da nossa Diocese de Garanhuns ainda neste mês de maio.
            QUE O SENHOR NOS AJUNDE NA LUTA CONTRA A DROGA E TODOS OS VÍCIOS.
Pe. José Émerson.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


O Estado é laico, mas a sociedade é religiosa.

Coletiva de imprensa com o Card. Dom Odilo Pedro Sherer.
APARECIDA, terça-feira, 24 de abril de 2012 (ZENIT.org) – Ontem, 23 de Abril, durante a coletiva de imprensa da 50ª Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, o Cardeal Dom Odilo Pedro Sherer, arcebispo de São Paulo, disse aos jornalistas presentes, que o “Estado é laico”, mas “a nossa sociedade é muito religiosa”.
Falando “pelo lado da Igreja Católica” o purpurado afirmou a importância da laicidade do estado, porém, de uma laicidade bem entendida, “isto é, que o Estado respeite a liberdade religiosa, que respeite as livres escolhas religiosas dos cidadãos, a livre expressão religiosa”, ou seja, “que o Estado não tenha religião oficial, mas que também não interfira na religião”.
“A igreja Católica não tem problemas de conviver com o Estado laico”, afirmou Dom Odilo. Há porém o perigo de uma laicidade interpretada como uma espécie de “pensamento único, imposto a todos os cidadãos, que exclui a presença religiosa, o pensamento religioso” fazendo que os cidadãos religiosos sejam considerados como de segunda categoria, “Isto sim cheira e beira a discriminação religiosa”, disse o Cardeal.
Que haja um respeito pela liberdade religiosa de cada um, é o que deseja o purpurado.
“Por outro lado, que não se pretenda em nome da laicidade do Estado, impor como pensamento mais válido, o pensamento ateu”, pois vai contra a mesma cultura do nosso povo, afirmou Dom Odilo.
O Cardeal concluiu afirmando que o“Estado é laico. Isto é bom, e que assim seja! No entanto, a sociedade não é laica. A sociedade é religiosa e muito religiosa! Com inúmeras expressões de religiosidade que, portanto, o Estado deve levar em consideração e, de acordo com a constituição, respeitar”.
Postada por: Pe. José Émerson.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

 


TERÇO DOS HOMENS EM AÇÃO

O Terço dos homens da nossa Paroquia de São Sebastião reforma casa que estava em condições precárias. Tal inciativa deve ser sempre sinal de que a Igreja deve ser o amor de Deus no mundo. Parabéns, por esta iniciativa tão louvável. Que o Senhor Jesus nos ajude nesta missão de difundir o Evangelho que se transforma em vida. Disse Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida” (Jo 10,10)
Pe. José Émerson.

terça-feira, 24 de abril de 2012

70 anos de Sacerdócio e 95 de Vida
Testemunho de fidelidade sacerdotal
SOROCABA, sexta-feira, 20 de abril de 2012 (ZENIT.org) – O Diario de Sorocaba, jornal da cidade de Sorocaba (SP), enviou para publicação no ZENIT uma matéria publicada no seu jornal dia 15 de Abril, com o título “Humildade, obediência e fidelidade”, onde exalta a virtude de um sacerdote da diocese que está cumprindo 95 anos de vida e 70 anos de sacerdócio, Pe. Francisco Lyrio de Almeida.
Publicamos a matéria a seguir:    Humildade, obediência, fidelidade:
  Algumas das virtudes de Pe. Lyrio
Ele é simples, puro, discreto, porém decidido, sabedor da meta que deve atingir. Para isso dedicou toda a sua vida, 95 anos - irá completá-los em 25 deste mês. Percebe-se que Pe. Francisco Lyrio de Almeida, ou pela pureza e beleza da flor, simplesmente, Lyrio, descartou as coisas da Terra para abraçar as do Céu; as honrarias e recompensas terrenas pelas celestes.
            Com essa escolha, desde os seus 12 anos quando entrou no Seminário em Botucatu, segue na vida as pegadas do seu Divino Mestre, o Cristo. Sabe o que quer e, principalmente, o que deve enfrentar até a hora de receber o galardão no Céu para, enfim, conseguir o seu maior objetivo, a Evangelização. Sua grandeza e valor estão no escondimento, no desaparecer no momento da louvação.
Mas sabe que "O amor, às vezes, fere de mansinho, / Mas não magoa, pois é quase impossível / Querer ofertar rosas sem espinho"; isso escreverá um dia e publicará, pois "palavras confiantes e sorrisos generosos de pessoas amigas orvalharam o meu coração; hoje, ele respinga 'Gotas de uma Vida'" (título da obra onde publica belíssimos sonetos a pedido de amigos e admiradores, em 2002). Fiel à Doutrina da Igreja Católica, Apostólica, Romana, nela repousará o conteúdo de suas aplaudidas aulas e homilias, já que vive aquilo que prega e prega aquilo que vive.
Seguem na mesma linha, como exemplo de zeloso apóstolo de Cristo, suas variadas obras, algumas das quais servindo como leitura diária, isto é, "livro de cabeceira". Assim é "Minha Conversa com Deus", publicado em 2003, para levar as pessoas à prática das virtudes e ao conhecimento dos tesouros da Santa Igreja para a salvação da humanidade. Em 2001, vem a lume importante opúsculo, "A Liturgia como exercício comum dos fiéis", publicado pela Editora Digipel e em segunda edição, pela Uniso (Universidade de Sorocaba). Para padres e leigos que precisam organizar uma paróquia, escreveu "A Minha Paróquia" em 2005. A sua mais recente obra, à espera de publicação, aborda toda a Doutrina da Igreja.
Sempre com seu desejo de colaborar na formação cristã para trazer paz, alegria e felicidade, Pe. Lyrio não descansa das coisas de Deus. Celebra a Santa Missa todos os dias, às 8h30, na Capela de Santa Cruz, e aos domingos, às 8 horas, na Paróquia Nossa Senhora da Ponte (Catedral Metropolitana).
Este branco lírio é uma luz a brilhar sob céu, às vezes, escuro, destes tempos paganizados e secularizados que a Santa Igreja enfrenta. Assim, porém, deverá prosseguir, já que declara: "Velhice, vela de luzes purpurinas, / Tens rugas pela cera derramada, / Consomes-te, sim, mas ainda iluminas". E por muitos anos ainda, fazendo a vontade de Deus, seguirá iluminando a cegueira de tantos filhos desta mesma Igreja, da qual é zeloso defensor e guardião.
            Agora, seus dedicados filhos fiéis preparam-lhe homenagem merecida pelos 70 anos de Sacerdócio, que irá comemorar no dia 3 de maio próximo. Para tanto, os mais de 70 padres da Arquidiocese de Sorocaba (SP) participarão de Santa Missa de Ação de Graças, que será presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues.
 Diario de Sorocaba (SP).
FONTE: ZENIT
Não o conheço pessoalmente, mais fiquei muito feliz por tão grande testemunho de vida na Igreja de Deus. Pena que os grandes meios de comunicação do nosso país não publiquem tais notícias. Parabéns padre Lyrio, que o Deus que te chamou ao ministério sacerdotal de cumule de muitas graças. Pe. José Émerson

domingo, 22 de abril de 2012


 III Domingo de Páscoa – Ano B
At 3,13-15.17-19; Sl 4; 1Jo 2,1-5ª; Lc 24,35-48
            Meus irmãos e irmãs, estamos celebrando hoje o terceiro Domingo da Páscoa do Senhor, a Igreja de Deus nos convoca a mais uma vez professarmos à fé em Jesus morto e ressuscitado.
            Na primeira leitura São Pedro faz um grande anúncio a multidão, o crucificado Ressuscitou dos mortos, está vivo, mesmo tendo agido por ignorância, foi cumprido oque fora anunciado pelos profetas do antigo testamento, ou seja, em Jesus está cumprido todo a Sagrada Escritura (At 3, 13- 15).
            O próprio ressuscitado aparecendo aos discípulos depois de lhes anunciar a paz, os convoca a fazerem uma experiência diferente: tocar o seu corpo! (Lc 24,39). O coração dos apóstolos tremia de medo, no entanto agora o Senhor lhes aparece e pedindo para ser tocado os faz sentir que não se trata de uma mera aparição, ou mesmo de um fantasma, mas o próprio Senhor em corpo e alma. Aqui não se trata de uma mera visão, mas, a nossa fé Cristã acredita piamente na ressurreição da carne e na vida eterna.
Pelo batismo todos nós participamos da morte e ressureição do Senhor, fomos chamados à vida da graça. No fim dos tempos quando o Senhor vier buscar a sua Igreja nos apresentaremos diante do Senhor como somos. Com Ele ressuscitaremos para a vida eterna. Desta forma para nós cristãos Católicos não há outras vidas, nem mesmo reencarnação, mas simplesmente a vida que o Senhor nos deu, é com está que irei me apresentar diante do Senhor esperando a sua infinita misericórdia.
            A segunda leitura de hoje da primeira carta de São João, nos garante que no céu existe um intercessor por todos nós, Jesus Cristo (1Jo 2,1): Verdadeiramente é o Senhor quem cuida de nós, nos tirando do marasmo da vida e nos dando sentido. 
            A partir de tal consciência de fé somos convocados pelo próprio Jesus a sermos as suas testemunhas no mundo, propagar a fé que recebemos dos apóstolos é missão de todo batizado (Lc 24,48). Daí podermos afirmar com toda a força da nossa voz que o Senhor está vivo e que caminhemos com Ele pelos caminhos da vida sem temer mal algum que possa nos atrapalhar, visto que, Ele é a nossa força, nossa vitória.
Pe. José Émerson.

quarta-feira, 18 de abril de 2012



OITO ANOS DO SANTUÁRIO DA MÃE RAINHA
Acontecerá de 21 a 22 de abril mais um aniversário do Santuário da Mãe Rainha. O Santuário, que foi idealizado pelo bispo Dom Irineu está completando oito anos de existência. A programação será marcada por Louvores, Celebrações, Adoração ao Santíssimo, catequese, Terços e Missas. O Santuário está se organizando para fazer uma bela festa. Participe!
Pe. Émerson

terça-feira, 17 de abril de 2012


Aniversário do Santo Padre o Papa Bento XVI

É possível enviar email parabenizando

ROMA, segunda-feira, 16 de Abril de 2012 (ZENIT.org) – “Para o Papa Bento XVI começa uma semana cheira de muitas comemorações”, afirma a edição italiana do L’Osservatore Romano de ontem, 15 de Abril.
O Papa voltou nesta sexta-feira, 13 de abril, de Castel Gandolfo, onde se encontrava desde o Domingo de Páscoa, 48 horas antes do previsto, para estar com o seu irmão Georg Ratzinger, que estará com ele nos próximos dias, marcados por muitas celebrações: nesta segunda-feira, 16 de Abril, o Santo Padre Bento XVI completa 85 anos de vida; na quinta-feira, 19 de Abril, cumpre seu sétimo ano de pontificado e no dia 24 de março o solene início do seu pontificado.
“Bento XVI certamente não está só porque está rodeado pelo afeto de pessoas próximas e distantes e pela amizade dos santos: ad multos annos, beatissime pater, ad multos et felicissimos annos!”, conclui o L’Osservatore Romano do dia 15 de Abril, e ao qual todos nos unimos nesse dia com as nossas orações.
Hoje pela manhã, como informa Rádio Vaticana, a comemoração começou com uma missa celebrada na Capela Paulina do Palácio Apostólico, “com a presença de bispos e personalidades da Baviera”.
Também é possivel enviar um email para o Papa Bento XVI por ocasião do seu 85º aniversário de vida e pelo seu 7º aniversário da eleição à Sumo Pontífice através desse email auguri.benedettoxvi@vatican.va, conforme anunciado na Homepage da Santa Sé www.vatican.va
Fonte: ZENIT.
Nós da Paroquia de São Sebastião rogamos ao Pai do Céu, que o Santo Padre Bento XVI seja cada vez mais esta Pedra sinal da unidade da Igreja de Deus. Parabéns Santo Padre. Pe. Émerson


domingo, 15 de abril de 2012


II Domingo de Páscoa – Ano B

At 4,32-35; Sl 117; 1Jo 5,1-6; Jo 20,19-31

            Caros irmãos e irmãs, neste Santo domingo da páscoa do Senhor, o Domingo da misericórdia, o Senhor nos convida a percebermos que o seu projeto de amor por nós é realmente grandioso. Ele nos dá o seu Filho que morrendo por nós, nos garante a vida eterna.
            Tal atitude de amor se derrama de forma definitiva quando pelo batismo participamos do mistério da sua morte e ressurreição. Afirma-nos São João, na sua primeira carta: “pois todo que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.”(1Jo 5,4).
            É pelo batismo que participamos do Corpo Místico de Cristo, a sua Igreja. No Evangelho de hoje o anuncio de paz do Senhor ressuscitado se dá justamente quando a Igreja está reunida (Jo 20,19). É sempre o primeiro dia da semana, sempre oito dias depois, ou seja, o domingo dia do encontro dos que acreditam na ressurreição de Jesus. Tomé não estava com eles e dúvida, duvida por que não viu! Ele não estava reunido com os seus. Estava fora! Mais uma vez, diz o Evangelho (Jo 20,26), estavam reunidos oito dias depois, ou seja, no outro domingo, agora Tomé está presente. O Senhor aparece e Tomé o consegue enxergar. Com grande exclamação proclama: MEU SENHOR E MEU DEUS! (Jo 20,28). Felizes os que acreditaram sem terem visto diz o Senhor.
            Ora, amados irmãos e irmãs se olharmos bem há uma relação muito forte entre a reunião dos irmãos e a aparição de Jesus. A Igreja está reunida para celebrar o Senhor. Para proclamar com toda a força de sua voz com Tomé: MEU SENHOR E MEU DEUS.
            Neste domingo proclamemos em nossas vidas este senhorio de Jesus, Ele é o senhor que tudo pode, e olhando para Ele busquemos a sua misericórdia o seu amor para podermos viver a experiência dos primeiros cristãos que partilhavam não só a vida mais também os bens (At 4,32).
            Façamos do Senhor a pedra angular das nossas vidas, pedra de sustentação de todo o nosso ser, pois grande são as maravilhas que Ele faz aos nossos olhos (Sl 117). Acreditemos e professemos que Jesus é o Senhor e tudo mais virá por acréscimo.
Pe. José Émerson




sexta-feira, 13 de abril de 2012


Família e Vida
Nota da CNBB sobre o aborto de Feto Anencefálico
Referente ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB lamenta profundamente a decisão do Supremo Tribunal Federal que descriminalizou o aborto de feto com anencefalia ao julgar favorável a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54. Com esta decisão, a Suprema Corte parece não ter levado em conta a prerrogativa do Congresso Nacional cuja responsabilidade última é legislar.
Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas.
Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!
            A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe.   Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção.
Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.
            A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
 
Cardeal Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo de Aparecida - Presidente da CNBB
Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília - Secretário Geral da CNBB
FONTE: Site CNBB


quarta-feira, 11 de abril de 2012


Síntese da Catequese e saudação do Papa em português
Queridos irmãos e irmãs,
Impregnados de alegria espiritual pelo triunfo de Cristo sobre o pecado e a morte, vejamos a transformação que a Páscoa operou no coração dos primeiros discípulos.
Na tarde do dia da Ressurreição, os discípulos estavam trancados em casa, com medo dos judeus. Contudo, esta situação muda quando Jesus Ressuscitado chega ao meio deles, saudando-os: «A paz esteja convosco». Esta saudação faz os discípulos superarem qualquer temor: a paz, dom da salvação, torna-se para a comunidade fonte de alegria e certeza de vitória.
            Esta paz, adquirida por Cristo com o seu sangue, deve ser levada pelos os discípulos ao mundo inteiro. Também hoje o Ressuscitado entra em nossas casas e nos nossos corações, apesar de, às vezes, as portas estarem fechadas. Só Ele pode atravessar estas portas e fazer retomar o caminho a quem vive desanimado e sem esperança. Foi isto que experimentaram os dois discípulos de Emaús. Através da escuta da Palavra e do gesto de partir o pão, eles reconheceram a Jesus. Também nós, escutando a palavra de Deus e participando na Eucaristia, experimentamos Cristo presente junto de nós, dando-nos alegria e paz, vida e esperança.
Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga para todos, de modo particular para os brasileiros aqui presentes. Deixai-vos encontrar por Cristo Ressuscitado, pois só Ele tem o poder de dar a vida e fazer renascer como filhos de Deus: Ele libertar-vos-á do medo e dará pleno sentido às vossas vidas. Ide em paz!
Papa BENTO XVI

segunda-feira, 9 de abril de 2012


DIGA NÃO AO ABORTO

Na próxima quarta-feira, dia 11/04, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou nesta Sexta-feira Santa, 06/04, uma carta a todos os bispos do país, convocando para uma Vigília de Oração pela Vida às vésperas do julgamento.
Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (...)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis. O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede, que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade”.
Nota da CNBB sobre Aborto de Feto “Anencefálico”
Referente à Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 do Supremo Tribunal Federal
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em reunião ordinária, vem manifestar-se sobre a Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF n° 54/2004), em andamento no Supremo Tribunal Federal, que tem por objetivo legalizar o aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominados “anencefálicos”, que não têm em maior ou menor grau, as partes superiores do encéfalo e que erroneamente, têm sido interpretados como não possuindo todo o encéfalo, situação que seria totalmente incompatível com a vida, até mesmo pela incapacidade de respirar. Tais circunstâncias, todavia, não diminuem a dignidade da vida humana em gestação.
Recordamos que no dia 1° de agosto de 2008, no interior do Estado de São Paulo, faleceu, com um ano e oito meses, a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira, diagnosticada com anencefalia. Quando Marcela ainda estava viva, sua pediatra afirmou: “a menina é muito ativa, distingue a sua mãe e chora quando não está em seus braços.” Marcela é um exemplo claro de que uma criança, mesmo com tão malformação, é um ser humano, e como tal, merecedor de atenção e respeito. Embora a Anencefalia esteja no rol das doenças congênitas letais, cursando com baixo tempo de vida, os fetos portadores destas afecções devem ter seus direitos respeitados.
Entendemos que os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação, (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, da Constituição Federal) referem-se também aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada todos os outros direitos são menosprezados. Uma “sociedade livre, justa e solidária” (art. 3°, I, da Constituição Federal) não se constrói com violências contra doentes e indefesos. As pretensões de desqualificação da pessoa humana ferem sua dignidade intrínseca e inviolável.
A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. Há uma enorme diferença ética, moral e espiritual entre a morte natural e a morte provocada. Aplica-se aqui, o mandamento: “Não matarás” (Ex 20,13).
Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis. O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso.
A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede, que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade.
Com toda convicção reafirmamos que a vida humana é sagrada e possui dignidade inviolável. Fazendo, ainda, ecoar a Palavra de Deus que serviu de lema para a Campanha da Fraternidade, deste ano, repetimos: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana - Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira Arcebispo de Manaus – Vice Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro - Secretário Geral da CNBB
FONTE: SITE CNBB.
“Respeitar a vida em todas as suas formas é papel de todo aquele que acredita na força do Ressuscitado. EU ACREDITO NA VIDA! É DOM DEUS E DEVE ACONTECER TUDO DE ACORDO COM A LEI NATURAL, OU SEJA, DE ACORDO COM O CRIADOR”.
Pe. José Émerson.


domingo, 8 de abril de 2012


DOMINGO DE PÁSCOA  (Ano B)
At 10,34a. 37-43; Sl 117; Cl 1-4; Jo 20,1-9
            O SENHOR RESSUSCITOU ALELUIA, ALELEUIA, ALELUIA!
            Caros Irmão e Irmãs a Igreja hoje exulta de alegria, pois celebramos neste dia glorioso a Páscoa do Senhor.
            Depois de termos celebrado o tríduo Pascal com belíssimas celebrações, neste dia a Igreja proclama com toda sua força, Jesus ressuscitou e está vivo entre nós. A morte foi vencida, todo o pecado perdoado e ao ser humano é dada uma nova chance. A esperança vence o medo e todos aqueles que crerem no Senhor nascem para uma vida nova. Na leitura dos Atos dos Apóstolos, São Pedro diz ser testemunha junto com tantos outros, de tudo o que Jesus fez em favor da humanidade (At 10,39). Pedro na verdade é apresentado na liturgia de hoje como a testemunha qualificada da ressurreição do Senhor. Ele mesmo vai afirma que o anunciado pelos profetas se concretiza na pessoa de Jesus (At 10,43).
            A ressurreição de Jesus ainda hoje causa espanto em alguns que não conseguem dar este passo de fé, querem provas científicas, achados que provem que o senhor ressuscitou dos mortos. Não tem prova maior do que a Igreja reunida. Quem nos reúne semanalmente em torno do altar é o senhor que está vivo e continua atuando na vida da sua Igreja.
            Celebrar a festa da ressurreição é estar disponível a também com Cristo morrer e ressuscitar para uma vida nova. Uma vida de ressuscitados, que mesmo diante das trevas do pecado que ronda o mundo somos o povo da luz que não se apaga. Somos o povo da esperança e mesmo que as situações da vida nos assustem o Senhor da vida vai sempre a nossa frente. Com a ressurreição do senhor os infernos foram abalados e já não há mais mal que nos possa vencer pois, somos em Cristo Jesus mais que vencedores.
            Que a Páscoa do Senhor seja para nós uma verdadeira renovação de vida, na família, na sociedade, na Igreja e que o senhor nos ajude a fazer nova todas as coisas. Feliz Páscoa para todos e  que Deus nos abençoe.

Pe. José Émerson.

sábado, 7 de abril de 2012


Caros irmãos e irmãs, a noite de hoje se reveste de um verdadeiro significado para nós cristãos. Foi justamente nesta noite Santa em que a humanidade viu nascer uma nova esperança. Jesus o crucificado venceu a morte e deu-nos vida nova! A morte já não tem mais força sobre nós, a tristeza, a doença e dor não mais tem a última palavra sobre a vida humana. Nesta noite “impar” toda a Igreja no mundo inteiro contempla em grande vigília este acontecimento histórico que muda todo o rumo da vida humana. Jesus ressuscitou verdadeiramente, Aleluia. A morte foi vencida, a vida agora se tornou eterna na Pessoa de Jesus. Cristãos, manifestemos o nosso amor por Jesus, participemos em nossas Paroquias desta grande e bela Celebração. AQUI NA MATRIZ DE SÃO SEBASTIAO SERÁ ÁS 20:00 HS. NESTE SÁBADO. DOMINGO TEREMOS A SANTA MISSA DE PÁSOCA ÁS 07:00; 9:00 BATIZADOS; 11:00 MISSA DA GRAÇA; 19:30. DESEJO A TODOS DO MAIS PROFUNDO DO MEU SER UMA FELIZ PÁSCOA... Pe. José Émerson.

Não existe cruz sem páscoa
O Papa Bento XVI explica a Paixão do filho de Deus.
Antonio Gaspari
Roma, sexta-feira, 06 de abril de 2012(ZENIT.org) – A via da Cruz  parecia sem saída e, no entanto, “mudou a vida e a história do homem, abrindo a passagem para «os novos céus e a terra nova» (cf. Ap 21, 1).Com estas palavras o papa Bento XVI se dirigiu ao final da Via Sacra, aos presentes e aos que seguiram através da rádio e televisão.
A Igreja -afirmou o Papa- celebra a morte do Filho de Deus e, pois na sua Cruz, “vê a árvore da vida, fecunda duma nova esperança”.
Depois de recordar com compaixão que a experiência do sofrimento “marca a humanidade e, naturalmente, a família” o Bispo de Roma revelou que a Via Sacra é “um convite feito a todos nós, e de modo especial às famílias, para contemplarmos Cristo crucificado a fim de termos a força de ultrapassar as dificuldades”.
Por que a  “Cruz de Jesus é o sinal supremo do amor de Deus por cada homem, a resposta superabundante à necessidade que toda a pessoa sente de ser amada”.
 O Papa convidou a olhar para a Cruz sobre tudo “quando os desvarios humanos e outras dificuldades põem em risco e ferem a unidade da nossa vida e da nossa família” na certeza de que “não estamos sozinhos; não está sozinha a família: Jesus está presente com o seu amor, sustenta-a com a sua graça e dá-lhe a força para prosseguir”.
Percorrer com esperança a estação de dor e da prova, é o mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo.
Os sofrimentos se “vividos com Cristo, com fé n’Ele, -explicou o Papa- trazem já dentro de si a luz da ressurreição, a vida nova do mundo ressuscitado, a páscoa de todo o homem que crê na sua Palavra”.
Segundo o Bispo de Roma “naquele Homem crucificado que é o Filho de Deus, mesmo a própria morte ganha novo significado e orientação, é resgatada e vencida, torna-se passagem para a nova vida: «Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, continua só um grão de trigo; mas, se morrer, então produz muito fruto» (Jo 12, 24).
A parte final da reflexão do Papa foi dedicada à Maria “que acompanhou o seu Filho ao longo da via dolorosa, Ela que esteve aos pés da Cruz na hora da sua morte, Ela que encorajou a Igreja desde o seu nascimento a viver na presença do Senhor” - e prosseguiu -  invocando-a para que “conduza os nossos corações, os corações de todas as famílias, através do vasto  mysterium passsionis rumo ao  mysterium paschale, rumo à luz que irrompe da Ressurreição de Cristo e manifesta a vitória definitiva do amor, da alegria e da vida, sobre o mal, o sofrimento e a morte”.
Amém.
 

quinta-feira, 5 de abril de 2012


Quinta-feira Santa

1. "Ele que amava os Seus que estavam no mundo, levou até ao extremo o Seu amor por eles" (Jo 13, 1).

Estas palavras, narradas no trecho evangélico que acabamos de proclamar, realçam bem o clima da Quinta-Feira Santa. Elas fazem-nos intuir os sentimentos vividos por Cristo "na noite em que foi entregue" (1 Cor 11, 23) e estimulam-nos a participar com profunda e íntima gratidão no solene rito que estamos a realizar.

Entramos esta tarde na Páscoa de Cristo, que constitui o momento dramático e conclusivo, longamente preparado e esperado, da existência terrena do Verbo de Deus. Jesus veio para o meio de nós não para ser servido, mas para servir, e assumiu sobre si os dramas e as esperanças dos homens de todos os tempos. Antecipando misticamente o sacrifício da Cruz, no Cenáculo, quis permanecer conosco sob as espécies do pão e do vinho e confiou aos Apóstolos e aos seus sucessores a missão e o poder de perpetuar a sua memória viva e eficaz no rito eucarístico.

Por conseguinte, esta celebração envolve-nos misticamente a todos e insere-nos no Tríduo Sagrado, durante o qual também nós aprenderemos do único "Mestre e Senhor" a "estender as mãos" a fim de nos dirigirmos para onde nos chama o cumprimento da vontade do Pai celeste.

2. "Fazei isto em Minha memória" (1 Cor 11, 24).

 Com este mandamento, que nos empenha a respeitar o seu gesto, Jesus conclui a instituição do Sacramento do Altar. Também no final do lava-pés Ele convida a imitá-lo: "Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais também vós" (Jo 13, 15). Desta forma estabelece uma relação íntima entre a Eucaristia, sacramento do seu dom sacrifical, e o mandamento do amor, que nos compromete a receber e a servir os irmãos.

Não podemos separar a participação na mesa do Senhor do dever de amar o próximo. Todas as vezes que participamos na Eucaristia, pronunciamos nós também o nosso "Amen" diante do Corpo e do Sangue do Senhor. Desta forma comprometemo-nos a fazer o que Cristo fez, "a lavar os pés" dos irmãos, transformando-nos em imagem concreta e transparente d'Aquele que se despojou "a Si mesmo tomando a condição de servo" (Fl 2, 7).

O amor é a herança mais preciosa que Ele deixou a todos os que chama para O seguir. É o seu amor, partilhado pelos seus discípulos, que é oferecido esta tarde a toda a humanidade.

3. "Quem come e bebe, sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação" (1 Cor 11, 29).

A Eucaristia é um dom grandioso, mas é também uma grande responsabilidade para quem a recebe. Jesus, diante de Pedro que inicialmente se opõe a que Ele lhe lave os pés, insiste sobre a necessidade de sermos puros a fim de participar no banquete sacrifical da Eucaristia.

A tradição da Igreja evidenciou sempre o vínculo que existe entre a Eucaristia e o sacramento da Reconciliação. Também eu o quis recordar na Carta aos Sacerdotes para a Quinta-Feira Santa deste ano, convidando em primeiro lugar os presbíteros a considerar com renovada admiração a beleza do Sacramento do perdão. Só desta forma poderão depois fazê-lo descobrir aos fiéis confiados aos seus cuidados pastorais.

O sacramento da Penitência restitui aos batizados a graça divina perdida com o pecado mortal, e dispõe-nos para receber dignamente a Eucaristia. Além disso, no diálogo direto que a sua celebração ordinária requer, o Sacramento pode ir ao encontro da exigência de comunicação pessoal, que hoje se tornou cada vez mais difícil devido aos ritmos frenéticos da sociedade tecnológica. Com a sua obra iluminada e paciente o confessor pode introduzir o penitente naquela comunhão profunda com Cristo que o Sacramento dá novamente e a Eucaristia leva a pleno cumprimento.

Oxalá a redescoberta do sacramento da Reconciliação ajude todos os crentes a aproximar-se com respeito e devoção da Mesa do Corpo e do Sangue do Senhor.

 "Ele que amara os Seus que estavam no mundo, levou até ao extremo o Seu amor por eles" (Jo 13, 1).

Voltamos espiritualmente ao Cenáculo! Reunimo-nos com fé à volta do Altar do Senhor, fazendo o memorial da Última Ceia. Repetindo os gestos de Cristo, proclamamos que a sua morte redimiu a humanidade do pecado, e continua a dar esperança de um futuro de salvação para os homens de todas as épocas.

Compete aos sacerdotes perpetuar o rito que, sob as espécies do pão e do vinho, torna presente o sacrifício de Cristo de modo verdadeiro, real e substancial, até ao fim dos tempos. Compete a todos os cristãos tornar-se servos humildes e atentos dos irmãos para colaborarem para a sua salvação. É tarefa de cada crente proclamar com a vida que o Filho de Deus amou os seus "até ao extremo". Esta tarde, num silêncio cheio e mistério, alimenta-se a nossa fé.

Unidos a toda a Igreja, anunciamos a tua morte, ó Senhor. Cheios de gratidão, já vivemos a alegria da tua ressurreição. Repletos de confiança, comprometemo-nos a viver na expectativa da tua vinda gloriosa. Hoje e sempre, ó Cristo, nosso Redentor. Amen!

Quinta-feira Santa, 28 de Março de 2002  Beato João Paulo II

HOJE ÀS 19:30, CELEBRAÇÃO DA CÉIA DO SENHO NA MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO, PARTICIPE.  Pe. Émerson.